Miscelânea Digital

Airton Bittencourt
Colunista do blog

Ebola a febre assassina
Não gostaria de estar aqui falando sobre o ebola, o vírus assassino é uma febre hemorrágica que já deixou mais de 729 mortos, desde o início do ano em quatro países da África, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Levantamento divulgado pela OMS em 27 de julho indica 339 óbitos na Guiné-Conacri, 233 em Serra Leoa, 156 na Libéria e um na Nigéria.
O vírus foi detectado pala primeira vez em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo ao Rio Ebola, que dá nome a doença.
Logo que surgiu, o vírus foi diagnosticado em 318 pessoas no Zaire_ atualmente República Democrática do Congo_ e em 284 pessoas no Sudão. Na época , destes 602 casos, 436 morreram.
Existem cinco espécies do vírus ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir das regiões onde foram detectados. É uma das doenças mais mortais já identificadas, se contraída por humanos. Trata-se de um vírus altamente infeccioso, com taxas de mortalidade que variam entre 25% e 90%, dependendo da sua origem.
Segundo a organização humanitária Médico Sem Fronteiras, o ebola pode ser contraído tanto de humanos quanto de animais, sendo que os hospedeiros naturais do ebola são os morcegos frutívoros.
O vírus é transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluídos corporais.
Quais sintomas?
O vírus ebola causa fraqueza, dores musculares, dores de cabeça e inflamação na garganta.
Normalmente, esses sintomas iniciais são seguidos por vômitos, diarreia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo.
Ficaremos na torcida para que esse vírus seja controlado e não venha a fazer mais vitimas, na África e pelo resto do mundo.