Executivo quer que Câmara devolva dinheiro para pagamento de professores

Na manhã da última quinta-feira, dia 23 de abril, o Presidente do Poder Legislativo Gabrielense, Antônio Devair Moreira, o Beka do PDT, recebeu uma comissão de professores municipais acompanhadas das Senhoras Helena Lédi Rodrigues, Presidente do Sindicato dos Funcionários Municipais de São Gabriel e da Professora Ana Maria Oliveira da Silva, Presidente da Associação dos Professores Municipais de São Gabriel. O assunto da reunião foi uma ata enviada ao Presidente do Legislativo de uma reunião entre o Executivo, o Sindicato e a APROMUSG.
Nesta ata o Executivo salienta que a reposição do piso salarial dosa professores municipais que deveria ser de 13%, seria pago da seguinte maneira: 6,43% com recursos do Executivo, e que se o Presidente Beka devolvesse R$ 500.000,00 do orçamento anual da Câmara de Vereadores, que é um orçamento próprio para gastos com o Legislativo, o Executivo poderia pagar mais 2,5 ou 3% desta reposição do piso, e o restante dos recursos seria buscado junto ao Governo Federal.
Os professores também pediram aos vereadores a aprovação de um projeto que está na casa e que autoriza a contratação de vários professores em diferentes ares de atuação. Também está na casa o projeto de aprovação do reajuste dos Funcionários Públicos, com índice de 6,43%. O Prefeito alega que estes R$ 500.000,00 vieram a mais e que serão usados na administração da casa, mas que não existe nenhum acordo com o Executivo para devolução de qualquer recurso aos cofres públicos.
Beka alega que o Prefeito Roque Montagner tem que se dedicar a administrar o orçamento da prefeitura municipal que está demonstrando ser muito mal administrado e não se envolver com a administração da Câmara Municipal de Vereadores. Beka deixou bem claro aos presidentes sindicais e aos professores que esta possibilidade não existe e que os recursos da Câmara são para serem utilizados com a melhora do poder e de sua atuação. Beka encerra salientando que devoluções ocorrerão se houver sobra de recursos e no final de sua administração. Mas agora, de maneira nenhuma.