Prefeito Roque participa de Seminário Regional sobre Investimentos e Oportunidades de Negócios com a China

O Prefeito Roque Montagner esteve participando recentemente do Seminário Regional com o tema: “Atração de Investimentos e Oportunidades de negócios com a China”, realizado no Salão Nobre da Prefeitura de Bagé, promovido pelo Governo daquele município, onde foi ministrada uma palestra pelo professor e consultor Vladimir Milton da Rocha Pomar, Mestrando em Estado e Políticas Públicas na Fundação Perseu Abramo.
Como anfitrião do evento, o prefeito de Bagé – Dudu Colombo agradeceu os presentes, parabenizando a participação efetiva e relevante de todos, destacando que a China é hoje, em termos mundiais, o maior mercado consumidor e a maior economia, seja pela capacidade de seu poder de compra, ou por suas reservas cambiais e também o maior importador de alimentos e recursos naturais, e de uma infinidade de produtos e serviços.
Por sua vez, o prefeito Roque voltou a afirmar sobre a importância da Câmara de São Gabriel aprovar a participação do município no Consórcio do Pampa Gaúcho (CODEPAMPA), explicando que isso proporcionará um novo futuro para negociações de produtos produzidos em São Gabriel.
O Chefe do Executivo gabrielense justificou a importância do referido Seminário, ao se reportar de que a China é um país que tem uma população de mais de 1 Bilhão e 400 mil habitantes em razão de praticamente quase 50% de seu território ser árido e seco, com muito deserto a exemplo das províncias de Xinjiang e Dunhuang e outras regiões, e um País que não consegue alimentar o seu povo, em consequência, tendo o governo chinês implantado a Lei de que os casais só podem ter um filho.
Segundo Roque Montagner: “A China olha para o Brasil e vê sua grande potencialidade e a possibilidade de não só vender, mas também para futuros investimentos, a exemplo do já acordado pela Presidente Dilma com o capital chinês na ordem de mais de R$ 56 bilhões para a construção da Ferrovia Norte/Sul, com um ramal de acesso ao Oceano Pacífico, até porque os produtos vendidos pelo Brasil que não chega a 2% de tudo, o que a China está comprando do mercado internacional e também em relação ao tempo de transporte que se torna de alto custo, levando aproximadamente 40 dias de percurso até chegar ao mercado consumidor da China”, afirma o prefeito.
Ele salienta ainda que os negócios do Brasil com a China ainda são muito pequenos, pois além da soja, outros de produtos como a carne e o vinho, não chegam a suprir eventualmente a demanda de uma rede hoteleira de uma Província. “Na China, a política é que comanda os negócios e é ela que estabelece os acordos internacionais”, finalizou o prefeito.