Textículos do Mário Mércio

Mário Mércio
Escritor/ Colunista do site

A ESTATÍSTICA DO CRIME

Stálin afirmou certa vez: “ Uma morte é uma tragédia, milhares de mortes viram uma estatística”.
A vida é preciosa de mais para ser perdida assim, pela insegurança das ruas. Nada se faz, e viramos apenas uma estatística.
A violência e o grau de insegurança atingiram níveis insuportáveis à décadas.
Não importa que tipo e forma ela vai chegar até nós. Se por um menor de 18 anos ou maior, se no portão de minha garagem ou no estacionamento no centro da cidade (como já aconteceu comigo).
O que percebemos é que as autoridades estão muito mais preocupadas com seu ego, do que com a criminalidade que grassa e com as estatísticas. É só o que dizem, “ que melhorou aqui e acola”. Isso não nós interessa. Comportamento e tendências, elas vão conhecer se saírem na rua sem segurança como nós.
Numa guerra não se contam os mortos, porque não é possível. Enterra-se e pronto. E trata-se de combate-la com eficácia. Se tal líder não sabe atuar e estancar, que se troquem quantas vezes for necessário, pois não pode continuar assim.
É necessário uma atitude rápida antes que o mal se arraigue, crie mais raízes e vire um câncer sem cura em nosso meio. Os marginais usam armas sem receio e o cidadão está desarmado para se defender. Dentro dessa premissa absurda, de um tempo sem nome, vivemos apreensivos, tensos e com medo, pois se nos armamos, corremos o perigo de matar, ferir e responder por porte ilegal de arma e processo até provar que “pão d’agua não tem bico” se vão uma vida de trabalho, honradez e grana.
Nossa vida tem prioridade absoluta e não podemos nos dobrar diante do mal.
Urge melhor administração da segurança pública e engana-se quem pensa que um delegado da polícia federal vai resolver isso, talvez resolva à sua conta bancária e o seu status, mas nós continuamos aqui, abandonados á própria sorte, apenas fazendo parte de uma absurda e malévola ESTATÍSTICA criminal.