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PSL oficializa candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência

Em convenção nacional realizada neste domingo (22), o Partido Social Liberal (PSL) confirmou a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência da República. No entanto, não foi confirmado o nome do vice na chapa. 
No evento, Bolsonaro reviu sua história de vida e avaliou os primeiros meses de campanha. O candidato, que costuma mirar o PT e a esquerda, também criticou o centrão, bloco que decidiu apoiar Geraldo Alckmin (PSDB) na eleição. 
"Quero agradecer a Geraldo Alckmin, por juntar a nata do que há de pior do Brasil do seu lado", afirmou, antes de criticar a negociação por alianças. "Não pode ficar devendo nada para partido político nenhum. Tem que escalar ministérios por competência, não importa partido, cor ou religião", disse.
O candidato afirmou ainda que pretende privatizar ou extinguir a maior parte das estatais do país. Além disso, prometeu defender a propriedade privada:
"A propriedade privada nunca foi respeita pela esquerda, por que nunca trabalhou, sempre viveu do dinheiro do trabalho dos outros", finalizou.

Busca por um vice
Depois de tentar negociar uma aliança com o PRP para ter o general Augusto Heleno Ribeiro como vice e, depois, avaliar o nome do general Hamilton Mourão, a advogada Janaína Paschoal voltou a ser cogitada para compor a chapa. 
"Fiquei muito honrada com o convite. Iniciamos um diálogo muito profícuo, mas entendemos que, para uma parceria de quatro anos, esse diálogo tem que ser mais pormenorizado", afirmou Janaína, ao falar durante o evento deste domingo. 
A presença da advogada foi muito festejada, mas ela não deixou de tecer críticas a alguns eleitores de Bolsonaro. Janaína comparou o comportamento de parte do eleitorado ao que chamou de "comportamento totalitário" dos petistas, por não aceitarem críticas.
"Nós corremos o risco de fazer o PT ao contrário. É contra o totalitário que estamos juntos", discursou.
Mais uma presença marcante foi a do senador Magno Malta, do Partido da República (PR). O discurso do parlamentar consolidou o apoio de seu partido ao candidato.
"No PR, são 40 e poucos (integrantes). Mais de 30 estão com Bolsonaro — assegurou Malta.

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