Curta-metragem “Iolanda” emociona público no Quiosque Bresolin
O curta-metragem “Iolanda” teve sua estreia marcada por emoção e casa cheia no Quiosque Bresolin, em São Gabriel na última quinta-feira, 26. Produzido pela Cia Teatral dos Pampas (agora Pampas Produções Artísticas) em parceria com a Cia Independente de Cinema, de Santa Maria, o filme foi viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei nº 14.399/2022), por meio do Edital de Chamamento Público nº 001/2024 – Fomento à Cultura no Município de São Gabriel/RS.
Gravado em diversos pontos da cidade, o curta valoriza cenários locais e aproxima o público da narrativa, que mistura humor e drama ao retratar o cotidiano de funcionárias de um restaurante.
Gravado em diversos pontos da cidade, o curta valoriza cenários locais e aproxima o público da narrativa, que mistura humor e drama ao retratar o cotidiano de funcionárias de um restaurante.
A personagem central, Iolanda, é interpretada por Lenise Martins. Sonhadora, a garçonete alimenta o desejo de se tornar uma cantora famosa, enquanto enfrenta frustrações amorosas e inseguranças. Ao seu lado está Vitor (Thiago Derzete), que provoca uma reviravolta inesperada na história.
Ritinha, vivida por Rute Machado, representa a ansiedade de quem aguarda uma decisão amorosa, enquanto Roberto Carlos, o Tito (Glauco Lemos), movimenta a trama com suas indefinições.
Já Dona Antônia, interpretada por Nina Rosa Rangel, é a chefe firme, de “mãos de ferro”, mas que guarda um lado sensível quando o assunto é amor. O elenco ainda conta com participação de Rangel Arede no papel de Paraguaçu.
A direção é assinada por Rangel Arede e Jayme Filho, sendo que Rangel também responde pela produção executiva. Durante a estreia, Rangel destacou a emoção de ver o projeto ganhar vida:
“Essa história nasceu de um momento simples, quando vi uma garçonete cantando na rodoviária de Porto Alegre enquanto trabalhava. Ali eu percebi a beleza e a força que existem nas pessoas comuns. Transformar isso em filme e ver o público rindo, se emocionando e se identificando é a maior recompensa”, afirmou.
“Essa história nasceu de um momento simples, quando vi uma garçonete cantando na rodoviária de Porto Alegre enquanto trabalhava. Ali eu percebi a beleza e a força que existem nas pessoas comuns. Transformar isso em filme e ver o público rindo, se emocionando e se identificando é a maior recompensa”, afirmou.
Rangel também fez questão de agradecer o apoio recebido: “Sem o edital, sem a equipe dedicada e sem o apoio do Márcio Bresolin, que cedeu o espaço para as gravações e para a estreia, nada disso seria possível. É um sonho realizado”.
Após a exibição do curta, a noite seguiu em clima de celebração. O público permaneceu no Quiosque Bresolin para acompanhar o show de Kirino Silveira, que animou os presentes e fechou o evento com música e muita energia.
A estreia de “Iolanda” reforça o potencial do audiovisual gabrielense e mostra que histórias simples do cotidiano podem ganhar força, identidade e emoção quando contadas por quem vive a realidade local.
A estreia de “Iolanda” reforça o potencial do audiovisual gabrielense e mostra que histórias simples do cotidiano podem ganhar força, identidade e emoção quando contadas por quem vive a realidade local.




















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