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Secretaria de Desenvolvimento Rural alerta para vacinação contra raiva herbívora

A Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, reforça um alerta aos produtores rurais de São Gabriel para a adesão ao chamamento para a vacinação dos animais no município, conforme solicitação da Inspetoria Veterinária de São Gabriel e escritório municipal da Emater. O alerta é feito pelo secretário Carlos Cléber Dias Leal, após reuniões e contatos com a chefe da Inspetoria Veterinária local, Brunelle Weber Chaves, e o chefe do escritório local da Emater, Guilherme Coradini
Segundo informado pelos órgãos estaduais, foi identificado um foco de raiva herbívora em São Gabriel, na localidade de Pontas do Salso, e outro no município vizinho de Santa Margarida do Sul, na localidade da Serrinha. Por isso, o chamamento está sendo feito para quem tenha animais em propriedades rurais de São Gabriel, Santa Margarida do Sul e Vila Nova do Sul.
O chefe do escritório local da Emater ressalta que a negligência em relação a animais com sinais clínicos sugestivos de Raiva e a presença de mordeduras de morcegos nos seus rebanhos, prejudica em muito a análise do serviço oficial do rumo que a RAIVA poderá tomar, já que é uma doença que se propaga de forma migratória. ˜Por isso, o produtor obrigatoriamente precisa comunicar o mais rápido possível a Inspetoria Agropecuária caso tenha problema na propriedade, só assim conseguimos atuar de forma mais certeira˜, ressalta. ˜É evidente que o Município apoia esse alerta, para evitar prejuízos aos próprios produtores e impedir um prejuízo social e econômico para a agropecuária da nossa região˜, ressalta o secretário.
A Inspetoria de São Gabriel, que hoje é responsável pelos três municípios (São Gabriel, Santa Margarida do Sul e Vila Nova do Sul) tem o telefone 3232-5422 com Whatsapp neste mesmo número. O produtor pode utilizar este recurso até para mandar fotos, vídeos e tirar dúvidas.
Segundo a médica veterinária Brunelle Chaves, chefe da Inspetoria, além de sinais nervosos como perda de coordenação e de força nas pernas, outras situações no rebanho que saiam da normalidade, ou de vizinhos, devem ser comunicadas. ˜A responsabilidade deve ser compartilhada por todos a fim de preservarmos a sanidade de nossos rebanhos, já que se trata de uma doença mortal no animal contaminado, sem possibilidade de tratamento˜, avisa a fiscal.

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