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Caso Gabriel pode ter nova versão

Ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia de pronto-Atendimento da Polícia Civil na noite de sábado.Foto: Maurício Barbosa
A corregedoria da Brigada Militar está vindo a Santa Maria para ouvir um homem de 59 anos anos que, segundo uma ocorrência policial feita por policiais militares, teria uma nova versão para a morte de Gabriel Marques Cavalheiro, 18 anos, em 12 de agosto na localidade de Lava Pé em São Gabriel. A prisão aconteceu na noite de sábado em Santa Maria. De acordo com a ocorrência, uma testemunha teria ouvido o homem afirmar seu envolvimento no crime e que ele teria recebido R$ 15 mil para matar o jovem Gabriel. 
Conforme a ocorrência policial registrada pela Brigada Militar na Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA) da Polícia Civil junto ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e Santa Maria, às 22h05min, por volta das 17h30min uma viatura da Seção de Inteligência(SI) teria recebido informações de uma pessoa que teria ouvido do suspeito que ele teve participação na morte de Gabriel Marques Cavalheiro.
Após as informações, policiais da BM foram até a casa do suspeito, no Bairro Noal, onde o abordaram em frente à residência. Após a abordagem, ao consultarem no sistema da polícia, os policiais verificaram que ele constava como foragido. O homem foi algemado e levado à DPPA.
Consta na ocorrência, que no momento da abordagem, o suspeito teria falado que tinha uma informação muito importante. Ele teria afirmado que matava pessoas por dinheiro e que já teria assassinado mais de 20 pessoas por encomenda. Que inclusive teriam solicitado seus serviços no caso do menino morto em São Gabriel. Ainda segundo a ocorrência, ele teria dito aos policiais que recebeu R$ 15 mil e uma ligação de uma mulher moradora de São Gabriel, onde ele também teria residência. Ela teria acertado com o suspeito a morte do jovem, falando ainda a localização de Gabriel, que estaria no local conhecido como Lava Pé.
Na ocorrência, está registrado que o suspeito teria informado ter pego seu carro, um Santana, e com um cabo de machado e ido até o Lava Pé, onde teria afirmado aos policiais que teria assassinado Gabriel e colocado o corpo na barragem onde foi encontrado.
O homem foi levado à Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA) da Polícia Civil onde foi feito o registro da ocorrência. Ele e a testemunha que ouviu os relatos devem ser ouvidos pelas autoridades.

INVESTIGAÇÃO
O corregedor-geral da Brigada Militar, coronel Vladimir Silva da Rosa, confirmou à reportagem que integrantes da corregedoria estavam em deslocamento para Santa Maria pouco antes das 13h de domingo, onde ouviriam o depoimento do suspeito. O homem tem várias passagens pela polícia, porém, nenhuma delas por homicídio. Ainda conforme o coronel, a corregedoria tem a obrigação da investigar todas as hipóteses.

POLÍCIA CIVIL
O delegado José Bastos ao ser questionado pela reportagem afirmou saber sobre a ocorrência, que a polícia está verificando e que acredita ser uma falsa autoacusação de crime.

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