Decreto garante a abertura do comércio. Entenda a diferença entre comércio e serviços não essenciais

Para garantir a saúde da população e evitar a proliferação do coronavírus (COVID-19), o prefeito Rossano Gonçalves assinou um decreto que determina cancelamento de atividades e fechamento de empresas que ofertam serviços não essenciais. O documento ainda garante a abertura do comércio, mas com restrições. O prefeito atende o que determina o decreto estadual assinado pelo governador Eduardo Leite.
Desde as primeiras horas desta sexta-feira (20/03), equipes da Prefeitura Municipal estão visitando os estabelecimentos comerciais distribuindo cópias do decreto e fazendo esclarecimentos.
OS PRINCIPAIS ESCLARECIMENTOS DIZEM RESPEITO A DIFERENCIAÇÃO DE SERVIÇOS CONSIDERADOS ESSENCIAIS OU NÃO
Ou seja, estão autorizados a permanecerem abertos os supermercados, farmácias, clínicas de saúde, restaurantes e agências bancárias, desde que obedeçam orientações preventivas, como higienização e oferta de espaços amplos entre cadeiras e mesas e o mesmo acontecendo com as pessoas.
O COMÉRCIO GABRIELENSE NÃO ESTÁ PROIBIDO DE ABRIR AS PORTAS
No entanto, cada empresa deverá organizar uma escala de trabalho, garantindo que não haja aglomeração. O ideal é que coloque-se o mínimo de funcionários por escala.
O DECRETO ESTABELECE QUE ATIVIDADES, COMO ACADEMIAS E SALÃO DE BELEZA, CLASSIFICADOS COMO NÃO ESSENCIAIS, por exemplo, deverão permanecer fechados enquanto permanecer em vigor as determinações do Estado e do Município.
Neste primeiro momento, a Prefeitura Municipal está priorizando a fiscalização. Quem não cumprir com o decreto será notificado e, persistindo, autuado. Em caso de resistência, os servidores municipais poderão solicitar apoio da Brigada Militar.

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