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Médico gabrielense tem exercício da medicina interditado pelo Cremers

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul - Cremers, divulgou em edital nesta terça-feira (13) a interdição cautelar total e temporária do médico Luiz Cristiano Maciel Cardoso, ou seja, a suspensão do exercício da medicina pelo profissional, o que deverá vigorar por 180 dias, devido à denúncias que ainda estão sendo investigadas. Cardoso disse que não foi citado da decisão, considerada "de forma arbitrária" e que vai recorrer.
Essa interdição foi o resultado de uma sindicância que ainda está ocorrendo por parte do Conselho, que apura denúncias sobre as acusações de que o médico afirmou ter encontrado "a cura da covid" por meio do uso de medicamentos alternativos e sem evidências científicas, em março deste ano. O Conselho não detalhou mais sobre a suspensão, visto que as investigações estão sigilosas por força de lei, mas é referente a estas denúncias. Cardoso está proibido de atuar como médico por 180 dias.

O que diz o médico?
O site Caderno 7 fez contato na manhã de hoje com o médico para comentar da decisão, que foi contestada por ele, que irá se defender e reverter a punição do Conselho. 
Luiz Cristiano afirmou que esta denúncia foi feita sem ouvi-lo sobre a sua versão dos fatos e alega estar sendo vítima de perseguição. 
"O Corpo Clínico da Santa Casa se reuniu em assembleia sem a devida convocação legal e tomaram a decisão arbitrária de me denunciar por defender meus pacientes", afirmando que denunciou supostas irregularidades que estariam ocorrendo na Santa Casa em relação ao tratamento de pacientes com covid-19.
O médico bateu na questão de que ele não foi ouvido pelo Conselho nas denúncias que foram feitas à entidade e não pode se defender adequadamente e atribuiu a dois médicos a responsabilidade sobre mortes que teriam ocorrido durante a pandemia. 
"Eu sequer fui ouvido neste caso, estivemos trabalhando para salvar a vida de pacientes da covid e vou convencer o Conselho dos equívocos cometidos, questionar e reverter esta decisão", concluindo que denúncias contra colegas foram feitas às autoridades policiais.

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