CTG Tarumã celebra protagonismo feminino com o evento "Elas para Sempre"
A noite de terça-feira, 17, foi marcada por emoção e reflexão. O CTG Tarumã promoveu o evento "Elas para Sempre: Histórias, Coragem e Pertencimento", dedicado a enaltecer a força e a trajetória da mulher gaúcha. A celebração reuniu autoridades locais, em uma programação que mesclou homenagens tradicionais com debates sobre temas contemporâneos urgentes.
O evento foi estruturado em três rodas de conversa, abordando desde a saúde física e mental até questões de segurança e a presença feminina no movimento tradicionalista.
Saúde e Resiliência
A primeira mesa, intitulada "Cuidado, Acolhimento e Saúde da Mulher", trouxe relatos impactantes, como o de Luciane Miranda, Técnica do Judiciário, que compartilhou sua jornada de superação após um diagnóstico de câncer de mama em estágio avançado. Luciane destacou a importância da rede de apoio familiar e do grupo de dança da entidade, que foi fundamental em seu tratamento. A médica ginecologista Paula Salatino e a psicóloga Flávia Facco reforçaram a necessidade do autocuidado e do diagnóstico precoce, resumindo a mensagem com a frase: "quem procura, cura".
Justiça e Proteção
O segundo painel, "Justiça, Proteção e Coragem", focou no combate à violência doméstica. A policial civil Jorgielem Borges e a advogada Alexia Quevedo discutiram a aplicação da Lei Maria da Penha e os sinais muitas vezes silenciosos da violência psicológica. Um momento marcante foi uma dinâmica proposta pela psicóloga Flávia Facco, que convidou o público a trocar de calçados para exercitar a empatia, simbolizando a importância de compreender a dor do outro sem julgamentos.
Tradição e Liderança
Encerrando as atividades, a terceira roda de conversa debateu "Tradição, Identidade e Protagonismo Feminino". Cátia Cavalheiro, conselheira do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), ao lado das jovens prendas Amanda Bartz, 2ª Prenda Juvenil do RS e Olívia Rocha, 3ª Prenda Mirim do RS, celebrou o crescente espaço das mulheres em cargos de liderança e em atividades antes majoritariamente masculinas, como as cavalgadas e os esportes campeiros.
"A mulher gaúcha honra sua terra com presença, coragem e fibra, seja na lida campeira ou na vida profissional", destacou o protocolo de abertura, reforçando que o pertencimento à entidade fortalece a rede de proteção e valorização feminina na sociedade.











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